![]() |
|
Spaces home Luís InácioPhotosProfileFriendsMore ![]() | ![]() |
Luís Inácio |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
7/30/2008 A vida cultural está caraHá dois dias tinha deixado aqui uma crítica sobre os elevados preços dos concertos em Portugal; o Diário Económico avança hoje com um estudo curioso. Segundo o jornal os "preços da cultura em Lisboa" estão "entre os mais caros". Referindo , por exemplo, que "ir ao cinema é praticamente tão caro como em Montreal e jantar custa tanto como em Amesterdão ou Nova Iorque". O problema é o poder de compra já que os nova iorquinos, por exemplo, têm um rendimento anual que é quase o dobro do dos lisboetas... 7/28/2008 Um assalto?Fui na sexta-feira assistir ao concerto de Pink Martini na Cidadela. Adorei, apesar de achar que não se tratava do melhor palco para ver uma banda do género. Agora, o que mais me surpreendeu foi ter percebido que os bilhetes eram todos corridos a... 30 euros. Fico cada vez mais com a sensação que ninguém tem em consideração o tipo de banda, o palco, etc. Um concerto, em Portugal, é 30 euros. Ponto. Ou mais caro ainda. E tanto faz que seja para ver em pé ou sentado, no Pavilhão Atlântico ou num jardim qualquer.
Não é que os Pink Martini não valessem o dinheiro mas aponto apenas este exemplo para constatar uma realidade: os concertos em Portugal estão, na generalidade, a tornar-se um verdadeiro assalto ao bolso. E basta consultar o site dos próprios Pink Martini para nos apercebermos que em Espanha e França os preços para os concertos da mesma banda podiam iniciar-se, por exemplo, nos... 10 euros. Aos "preços de tabela" praticados em Portugal, não sei como há pessoas que conseguem ir a dois e três concertos/festivais no mesmo mês... 6/2/2008 Fujam do elefanteCom o Europeu regressou à rádio a cantilena do Jumbo para a qual não tenho puto de paciência. E ainda por cima a patrocinar uma rubrica na TSF que costumo ouvir. Não tenho outra alternativa senão mudar de estação. 2/20/2008 Servir má vontade IIO tempo para vir aqui tem sido pouco mas era imperativo dizer que os senhores do franchising das massas já me contactaram, directamente, para o telemóvel, com uma explicação do sucedido.
Até posso perceber/desculpar que, como disse o interlocutor, "eles moram longe e têm de apanhar transportes". O que não continuo a saber é porque razão o horário afixado não é cumprido... se "a cozinha" fecha mais cedo, não deveria ser esse o horário afixado no encerramento? Enfim... 12/23/2007 Servir má vontadeNão tenho vindo aqui há algum tempo já que estes últimos meses têm sido atarefadíssimos - que o digam as dezenas de pessoas que tentaram falar comigo ao telefone durante este período e que não obtiveram qq resposta - e o relógio avança mais depressa do que desejaria, impedindo-me de vir aqui escrever o que quer que seja.
Finda uma época que classificaria como terrível, e postado o lamento, vamos lá então contar mais um episódio que, não sendo novo, teve o condão de me apanhar num mau dia.
A malta que está na restauração é, por norma, malcriada e pouco solícita; na época natalícia (que por muitos motivos odeio) a coisa piora. Fartos de atender gente que, por norma, nesta época, fruto da correria das prendas, consegue ser ainda pior do que eles, esta saraivada de malta geralmente maldisposta fica infectada por um vírus ainda pior e não está para grandes tretas.
O dia: 22 de Dezembro; a hora: 22:54. O cenário: o restaurante Pasta House, nas Amoreiras.
À minha tentativa de ser atendido vem a resposta "estamos encerrados". Primeiro impacto. Então o Amoreiras não fecha à meia-noite, ao sábado? Pois, aparentemente fecha, mas as lojas têm liberdade para fechar a partir das 23 horas.
Assim sendo, consultado o horário afixado na loja, chamo a atenção para o facto de ainda não ser hora de fecho. Lá de dentro vem um olhar fulminante de um casal. Ele tem vontade de me mandar para o raio que me parta, ela não vai tão longe, apenas encolhe os ombros. E mais nada.
A verdade é que, mesmo que quisesse ter sido atendido às 22h30, provavelmente também não seria já que a zona da cozinha parecia estar "limpinha" à bastante tempo.
A reclamação, que preenchi nas informações do Amoreiras, seguiu para a Mundicenter e aguardo, agora, a resposta. Mas não posso deixar de lembrar que, geralmente, muito poucos, neste tipo de estabelecimentos em centros comerciais, cumpre o horário. Começam a arrumar a 15 minutos (ou muito mais) antes do horário do fecho como tentativa de afastar clientes e caso estes insistam, mesmo assim, ou dizem que já está fechado ou atendem de tal forma "trombudos" que só dá vontade de virar as costas.
Será que alguém pode pôr mão nisto? Esta malta não é obrigada a cumprir um horário? Quem dá cobertura a estes tipos para não atenderem a partir de certa hora? Gostava mesmo de saber.
|
Obrigado pela visita!
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|